Sri Ramaatís

Estrelas Infindas
BAGAWAN SWAMI SRI RAMAATÍS

Trabalho de revisão em produção, por Fabiana Dantas

Evolução Planetária - espiritualidade  e universalismo dos grupos e movimentos do Brasil e no Mundo

Ramatis (Ramaatís, Rama-tys ou Swami Sri Rama-atís) é o nome da entidade espiritual autora de dezenas de obras, escritas por diversos médiuns. O primeiro deles foi Hercílio Maes[nota 01] a quem Ramatis se identificou desde a infância. 

Além das obras de Ramatis publicadas por Hercílio Maes [nota 01]; há também outras, de grande impacto científico na esfera da psicologia e da espiritualidade, como as escritas por América Paoliello Marques Ph.D. [nota 2]Maria Margarida Liguori, Wagner Borges[nota a] Márcio Godinho [nota 3], entre outros.

 

Alguns médiuns [nota 01], [nota 2], [nota 3] renovaram informações, através de livros e de cenários espirituais da egrégora Ramatisiana e da Metrópole Grande Coração, inspirados por Ramatis e por outros discípulos da Fraternidade Espiritual. Este novo ciclo foi renovado sutilmente, a partir do ano de 1993 [nota a] e intensificado ano 2000; por Márcio Godinho, [nota 3]Dalton Campos Roque [nota b]Marcus Cesar - MCF [nota c] Sávio Mendonça, [nota 4], em ambientes, cenários e momentos diferentes.

Os médiuns com afinidade com Ramatis representam a principal fonte bibliográfica de suas mensagens, dentro da proposta universalista que prega uma ética plenamente de acordo com o Evangelho de Jesus (vide as obras "O Sublime Peregrino" e "O Evangelho à Luz do Cosmo", e também alinhada, segundo seus adeptos, às bases espiritistas (vide "Missão do Espiritismo" e "Sob a Luz do Espiritismo")

Segundo Hercílio Maes[nota 01] relata em suas obras, Ramatis reencarnou na Terra, na Indochina, no século X d.C., tendo o seu transpasse ocorrido no ano de 993, nessa mesma região. Ramatis foi instrutor em um dos inumeráveis santuários iniciáticos da Índia. Era de inteligência fulgurante e teria desencarnado ainda bastante moço.

 

Espírito muito experimentado nas lides reencarnacionistas, já se havia distinguido no Século IV a.C., participando do ciclo ariano e dos acontecimentos que inspiraram o famoso poema hindu "Ramaiana[nota 5]. Nessa época, Ramatis foi adepto da tradição de Rama, cultuando os ensinamentos do "Reino de Osíris", o senhor da Luz, na inteligência das coisas divinas.

Mais tarde, no espaço, filiou-se definitivamente a um grupo de trabalhadores espirituais, cuja insígnia, em linguagem ocidental, era conhecida sob a pitoresca denominação de "Templários das Cadeias do Amor". Neste agrupamento (apesar de quase desconhecido no Ocidente), nas Colônias invisíveis do Além, a espiritualidade se dedica a trabalhos profundamente ligados à psicologia oriental.

Quanto ao nome, há um simbolismo no nome "RAMA-ATÍS", [nota 6] ou "SWAMI SRI RAMAATÍS" [nota 6]como era conhecido nos santuários da época, a partir de seu significado no sânscrito: “Rama” é o divino, “Atis” (Sita inverso) é a dualidade da vida; quando se unem, formam um mantra para a conexão com a divindade dentro de nós – desde a Lemúria

Quem é Ramaatís?

 

É um espírito provindo de outras latitudes siderais, (Sóis de Sirius) [nota 7] - a estrela mais brilhante no céu noturno), tendo se adaptado na esfera astral do planeta Marte. (vide Cosmogênese de Ramatis e influências).  Faz parte da elevada hierarquia terrestre que assessora o Mestre Jesus em seu projeto de evolução desta humanidade. Por amor a ela, reencarnou várias vezes, no seio de várias raças, sendo lembrado como insigne instrutor em diversas tradições e mestre de discípulos. 

É propósito de Ramatís a difusão do Conhecimento Eterno, unindo as tradições espirituais do Oriente e do Ocidente, para auxiliar no despertar da consciência da humanidade. A tônica de seu ensinamento é o universalismo – o reconhecimento e aceitação de todos os caminhos espirituais dos homens, considerando que “as religiões são meios, não fins em si mesmas”. É característica de sua obra, que veio à luz no Brasil desde meados do século XX, trazer conhecimentos avançados e inéditos, levantar em vários pontos o “véu de Isis” que recobre as realidades do Cosmo e da vida humana. A linguagem de Ramatís nos seus livros é simples, lógica e cristalina mesmo ao abordar os temas mais complexos.

 

Não tendo o costume de escrever de maneira excessivamente prolixa, suas obras são fáceis de compreender. Não se dedica a dizer o que já foi dito, informar o que já se sabe; prima por conduzir o leitor a novos patamares de consciência e horizontes mentais mais amplos, descolando o leitor de pontos de vista estreitos e estratificados pelo hábito a respeito da vida humana e do espírito.

 

Ramaatís Revelado!

Curiosidades atuais  sobre os "elos perdidos", sobre a vida material e espiritual de Ramaatís no século X.

​O livro "Estrelas Infindas", do médium Marcus Cesar Ferreira - MCF [nota c], nos direciona para caminhos desconhecidos do seu passado, costumes, cultura, alimentação, batalhas e eventos históricos dos últimos séculos da Eurásia e Indochina de forma extremamente técnica nos detalhes da geografia e história, nos dois lados da vida, como uma lâmina de descobertas em cada capítulo. Através da mediunidade e psiquismo nas esferas espirituais. O “Akáshico” se desdobra para os últimos acontecimentos no espaço, e deparamos, com os preparativos do legado Universalista e do Código do Amor Universal do Cristo.

 

O “mistério do ‘tapeceiro hindu' e da sua amada alma gêmea - 'vestal chinesa', se revelam” entre os grandes impérios Chola da Índia, nesta saga de sustentação do hinduísmo e virtudes das dinastias dentre os séculos IX e XII, no sul do subcontinente, mesclando-se na grande sabedoria do Budismo Chinês. O ambiente do oriente antigo se concretiza na emocionante tentativa de proteção à literatura dos antigos povos, da técnica da magia desde Atlântida, e construção dos templos em formidáveis arquiteturas emersas na Geometria Sagrada. O Ramayana - épico sânscrito, a viagem de "Rama e Sita" se materializa na emocionante história perdida no tempo terreno.

 
 
 
 
 
 
 
 
Terra e Liberdade

“Diante de um grande desafio, o homem cristão terá sempre duas alternativas: Ou cria uma muleta para sustentar-lhe os passos, ou cria asas para alçar voo mais alto!”

- Irmão Tiago, atual mentor espiritual do

Grupo de Estudos Integrais Demétrius

Registros Históricos
 
Mapa da Atlântida

Mapa de Atlantis de acordo com William Scott-Elliott

 (The Story of Atlantis)  [nota 8] edição russa1910.

O caminho...

Na Atlântida, Ramatís teria sido mestre dos Templos da Luz, e contemporâneo, numa existência, do Espírito que mais tarde seria conhecido como Allan Kardec. Foi Phanuh, o Peregrino, há 28.000 mil anos, na Atlântida, e Ben Sabath, mago famoso na Caldéia; depois Shy-Ramath, grão-sacerdote no Egito; mais tarde Pitágoras, na Grécia, e Phylon de Alexandria, no tempo de Jesus, informa Hercílio Maes[nota 01] Convergências de relatos mediúnicos conectam com fidelidade a afinidade psicológica e psíquica de Ramatis com a história da vida e obra de Ghesen (ESSEN), filho de Moisés, fundador da Fraternidade Essênia, fiel seguidor dos ensinamentos Kobdas [nota 09].

Indochina

"Ramatís viveu na Indochina, no século X, e foi instrutor em um dos inumeráveis santuários iniciáticos da Índia. Foi filho de uma vestal chinesa que abandonou o convento para casar com um tapeceiro hindu, Era de inteligência fulgurante e desencarnou com 33 anos. Espírito muito experimentado nas lides reencarnacionistas, já se havia distinguido no século IV, tendo participado do ciclo ariano, nos acontecimentos que inspiraram o famoso poema hindu Ramaiana. Foi adepto da tradição de Rama, naquela época com o nome de "Swami Sri Rama-Tys” [nota 6], como foi conhecido nos santuários da época.

 

templo que fundou foi erguido pelas mãos de seus primeiros discípulos e admiradores. Cada pedra da alvenaria recebeu o toque magnético e pessoal de seus futuros iniciados. Alguns deles estão reencarnados atualmente em nosso mundo, e já reconheceram o antigo mestre Ramatís através desse toque misterioso, que não pode ser explicado a contento na linguagem humana. Sentem-no por vezes, e de tal modo, que as lágrimas lhes afloram aos olhos, num longo suspiro de saudade! Embora tenha desencarnado ainda moço, Ramatís pôde aliciar setenta e dois discípulos. Eram adeptos provindos de diversas correntes religiosas e espiritualistas do Egito, da Índia, da Grécia, da China e até da Arábia.

 

Apenas dezessete conseguiram envergar a simbólica “túnica azul” e alcançar o último grau daquele ciclo iniciático. A não ser vinte e seis adeptos que estão no Espaço (desencarnados) cooperando nos labores da “Cruz e do Triângulo”, o restante disseminou-se pelo nosso orbe. Sabemos que dezoito reencarnaram no Brasil; seis nas três Américas, enquanto que os demais se espalharam pela Europa e, principalmente, pela Ásia”. Hercílio MaesMensagens do Astral, Ed.Conhecimento, p.14.

Indochina

Indochina (em francêsinglês e malaio), 

ឥណ្ឌូចិន (em khmer), 

中南半島 (em mandarim), 

อินโดจีน (em tailandês), 

Đông Dương (em vietnamita)

Península da Ásia

País

Cambodia
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Malaysia
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Captura de Tela 37.png
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Área

2 269 781 km2 (876 367 sq mi)

Localização da Indochina na Ásia

Indochina
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Ramaatís

Do Homem ao Arcanjo >

Marble Surface

Pitágoras de Samos, V a.C.

Como Pitágoras, deixou um legado ímpar para a espiritualidade do Ocidente, trazendo para a Grécia os ensinamentos iniciáticos do Egito e da Caldéia.

 

Nesse época, fundou uma Escola famosa, em Crotone (sul da Itália, à época chamada de Magna Grécia), onde conduzia discípulos para os caminhos iniciáticos.

 

Sua tradição inspirou seguidores ao longo dos séculos, na Europa (neopitagóricos).

 

Além da reencarnação, da evolução e do carma, e todos os conhecimentos da Sabedoria Oculta, os preceitos pitagóricos se caracterizavam por um modelo de vida pura, simples, fraternidade irrestrita entre seus membros, disciplina no falar, e vegetarianismo. 

 

Pitágoras era conhecido pelo profundo amor e compaixão pelos animais. Não deixou obra escrita; alguns discípulos deixaram registros de sua doutrina.

Viveu como o filósofo judeu Filon de Alexandria, ao tempo de Jesus.

 

Deixou extensa obra escrita, tecendo correlação entre os preceitos da Sabedoria Oculta e a tradição esotérica hebraica, sendo conhecido como o primeiro pensador a aproximar os textos bíblicos às categorias filosóficas ocidentais.

 

Foi à Palestina encontrar-se com o Mestre Nazareno, por cuja segurança muito lutou - conviveu com Ele, discípulos, família e seguidores.

 

Daí resultam as informações, inigualáveis por qualquer outra obra, que pôde fornecer no livro “O Sublime Peregrino”,[3] descrevendo a figura e a trajetória do Mestre Jesus, incluindo sua infância, os aspectos desconhecidos de sua família, ensinos e milagres, seu julgamento, morte e o destino de seu corpo físico. Sua família, tinha laços sociais com o sacerdócio na Judeia, e dinastia dos Asmoneus, dinastia Heródes e dinastia Julio-Claudius, em Roma.

Portrait of Master Koot Hoomi by Hermann Schmiechen, 1884. 

 

“Atualmente, ainda opera como mestre nas tarefas dos teosofistas, conhecido como Koot Hoomi" (Mestre Kuthumi); 1952, Revista Manchete.[18] 

 

Foi portanto Ramatís, sob a figura desse Mestre da Fraternidade Branca, quem também inspirou a Teosofia, eminente movimento espiritualista que, colateral ao espiritismo, empenhou-se em trazer para o Ocidente os milenares conhecimentos iniciáticos do Oriente.

 

Madame Blavatsky , em uma carta para a sra. Hollis Billings, escreveu:

"Agora, Morya geralmente vive com Koot-Hoomi, que tem sua casa na direção das montanhas Kara Korum [Karakoram], além de Ladak, que está localizado no Pequeno Tibete e agora pertence a Kashmire. É um grande edifício de madeira em forma de pagode da moda chinesa, entre um lago e uma bela montanha"...

 

"O 'fim de tempos' significa demolição de costumes e tradições, pois o terreno é lavrado para a nova semeadura! Então prolifera a erva daninha e a planta benfeitora, erguem-se os edifícios modernos, mas tombam incessantemente os prédios em ruínas!"

Ramatis/Hercílio, Magia de Redenção; p 21; Ed. Conhecimento.

 

Fraternidade da Cruz e do Triângulo

Fraternidade do Cruz 

Fraternidade do Triângulo 

Fraternidade da Cruz e do Triângulo

Informa também Hercílio [nota 01] que, após significativa assembleia de altas entidades realizada no Espaço, no século findo, na região do Oriente, procedeu-se à fusão entre duas importantes "Fraternidades" que dali operam em favor dos habitantes da Terra.

 

A "Fraternidade da Cruz", com certa ação no Ocidente, (divulga os ensinamentos de Jesus) e a "Fraternidade do Triângulo", ligada à tradição iniciática e espiritual do Oriente. Após a memorável fusão dessas duas "Fraternidades Brancas", consolidaram-se melhor as características psicológicas e objetivo dos seus trabalhadores espirituais, alterando-se a denominação para "Fraternidade da Cruz e do Triângulo".

Seus membros, no Espaço, usam vestes brancas com cintos e emblemas de cor azul-clara esverdeada. Sobre o peito, trazem suspensa delicada corrente como que confeccionada em fina ourivesaria na qual se ostenta um triângulo de suave lilás luminoso, emoldurando uma cruz lirial. É o símbolo que exalça, na figura da cruz alabastrina, a obra sacrificial de Jesus e, na efígie do triângulo, a mística oriental.


O objetivo principal dessa fraternidade é prestar socorro para inúmeros espíritos que vagam no umbral da Terra.


Informa Ramatís, pela mediunidade de Hercílio [nota 01] que, após certa disciplina iniciática a que se submetera na China, fundou um pequeno templo iniciático na Índia, à margem da estrada principal que se perdia no território chinês. Nesse templo, procurou ele aplicar aos seus discípulos os conhecimentos adquiridos em inúmeras vidas anteriores.


Quanto a aparência, Ramatís costumava se apresentar à visão psíquica do médium Hercílio Maes [nota 01] com um traje um tanto exótico, composto de ampla capa aberta, descida até aos pés, com mangas largas e que lhe cobre a túnica ajustada por um largo cinto de um esmeraldino esverdeado. As calças são apertadas nos tornozelos, como as que usam os esquiadores. A tessitura de toda a veste é de seda branca, imaculada e brilhante, lembrando um maravilhoso lírio translúcido. Os sapatos, de cetim azul-esverdeado, são amarrados por cordões dourados que se enlaçam atrás, acima do calcanhar, à moda dos antigos gregos firmarem suas sandálias.

Fraternidade do Triângulo, da Rosa e da Cruz
 

Fraternidade do Triângulo,

da Rosa e da Cruz

Fraternidade da Cruz e do Triângulo

Fraternidade Rosa e da Cruz 

Ramatis, perten­ce à tradição espiritual da “Cruz e do Triângulo”, se juntou à Akenaton, ligado à tradição da “ Rosa e da Cruz”, para fundar, no Espaço, a "Fraternidade do Triângulo, da Rosa e da Cruz".

SRI RAMATIS
Espírito provindo de outras latitudes siderais, (Sistema Sirius -, mundo de uma das estrelas mais brilhantes no céu noturno), já tendo reencarnado no planeta Marte (atualmente instrutor nas escolas astrais deste mundo).

A Sirius, era conhecida no antigo Egito como Sopdet (do grego: Sothis), está registrada nos registros astronômicos mais antigos. Durante o Médio Império, os egípcios tomaram como base de seu calendário o nascer helíaco de Sírus,
AKHENATON
Akhenaton foi um faraó que reinou durante o Novo Império, na 18ª Dinastia, inaugurando o Período Amarniano. Ele foi casado com a rainha Nefertiti e com ela teve seis filhas. Ambos reinaram juntos em uma cidade chamada Aketaton, na atual Amarna, onde está localizada a tumba dele.

Tido como primeiro monoteísta da história foi o faraó revolucionário (Amenophis IV, 1380 AC) que decidiu acabar com 2.000 deuses, desafiando um sistema religioso de 1500 anos de idade, do Antigo Egito.
RAMA-SCHAIN
Reencarnou como Damázio, nos anos 20, no Brasil, quando fundou e dirigiu a Comunhão Mystica Dharma, implantando a experiência de um grupo espírita com características iniciáticas.
NICANOR
Apresenta-se como um hindu. Adota o nome que usou em sua encarnação na Grécia, em que foi escravizado pelos romanos. Foi dis­cípulo de Ramatis na Indochina.
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Falanges da "Fraternidade do Triângulo, da Rosa e da Cruz", com objetivo muito específico.

Arquétipos

Cordões Iniciáticos de Ramatis

(Os Raios )

 

Cobre-lhe a cabeça um singular turbante de muitas pregas ou refegos, encimado por cintilante esmeralda e ornamentado por cordões finos, de diversas cores, caídos sobre os ombros.

 

Sobre o peito, uma corrente formada de pequeninos elos, de fina ourivesaria, da qual pende um triângulo de suave lilás luminoso, que emoldura uma delicada cruz alabastrina.

 

Essa indumentária é um misto de trajes orientais; tipo de vestuário hindu-chinês, raríssimo, porque se deriva de antigo modelo sacerdotal, muito usado nos santuários da desaparecida Atlântida [nota 8].

Os cordões que lhe pendem do turbante, flutuando sobre os ombros, são velhas insígnias de atividade iniciática: Carmim-AMOR; Amarelo-VONTADE; Verde-SABEDORIA; Azul-RELIGIOSIDADE; e Branco-RENCARNAÇÃO (Liberdade).

"Na 'Intuição pura' o espírito penetra esferas de pensamento de onde recolhe os valores buscados. Pode identificar ou não a existência de outra mente ligada ao que percebe. Sua percepção pode ligar-se a uma atmosfera espiritual para traduzi-la em palavras ou atos, por se ter impregnado do que vibra em tais ambientes".

América P. Marques - Ramatis, Evangelho, Psicologia, Ioga - Estudos Espíritas, página 28, Freitas Bastos

 
A Psicopictografia de Ramatis por Dinorah
A Psicografia de Ramatis por Hercílio
 
Dinorah Azevedo Simas

Dinorah

Dinorah Azevedo de Simas Enés ou Dona Dinorah (1888 -1973), como ficou conhecida, era possuidora de singular mediunidade de psicopictografia, faculdade de retratar, por influenciação psíquica, personagens do plano espiritual; para tanto, preparou-se durante dois anos, frequentando o curso de pintura clássica na Escola Nacional de Belas Artes, onde mais tarde tornou-se professora chegando a fazer especialização na Europa. Ela trabalhou no Centro Espírita So­ledade, no Maracanã, Rio de Janeiro e no centro Cabanas de Lysis.

Hercilio Maes

Hercílio

Hercílio Maes, médium de Ramatís, nas­ceu e viveu em Curitiba, Paraná, por 80 anos (1913 – 1993). Aos 30 anos, após ver aflo­rar sua mediu­ni­da­de, teve con­ta­to com Ramatís, com o qual pos­suía laços espi­ri­tuais de remo­tas eras. Ciente do com­pro­mis­so de tra­ba­lho assu­mi­do antes de seu reen­car­ne, pas­sou a psi­co­gra­far atra­vés da mediu­ni­da­de intui­ti­va a série de obras de Ramatís, que abran­ge temas iné­di­tos e des­per­ta­do­res. Universalista e estu­dio­so das mais diver­sas cor­ren­tes espi­ri­tua­lis­tas. Hercílio Maes foi maçom, rosa-cruz e teo­so­fis­ta. Paralelamente à tare­fa de psi­co­gra­fia, foi ­médium recei­tis­ta.

Recebi o retrato de Ramatis e confesso o meu assombro pela sua espantosa fidelidade. Não conheço Dona Dinorah, mas peço apresentar-lhe as minhas efusivas felicitações, pois, através da sua extraordinária mediunidade, ela conseguiu fixar Ramatis conforme, na minha infância, o vi materializado, e como ainda o vejo, de vez em quando, no Plano Astral. É tal a similitude da expressão da sua fisionomia, exuberante de paz e de bondade, que, ao contemplar seu retrato, meu espírito foi tomado por uma emoção de saudade intensa, que me propiciou, num instante, ser transportado ao momento inesquecível da primeira vez que ele me apareceu. Que Jesus abençoe essa irmã pela alegria espiritual que me proporcionou!

Hercílio, depoimento por carta impressa, a José Fuzeira (revisor das primeiras obras). Arquivo da família Maes.

Hercilio Maes

Embora respeitando as evasivas modestas de Ramatís, devo dizer que também o tenho visto no seio de uma massa de luz policrômica tão cintilante e transparente, que elimina todas as rugas, sulcos e sinais de maturidade de sua fisionomia, apresentando-o com o aspecto de um jovem de quinze anos, cujo rosto assume um tom rosado; seus olhos amendoados arredondam-se pela luz que os inunda facilmente. Ramatís remoça-se de tal modo pelos fulgores luminescentes que se irradiam de sua intimidade, que será dificílimo crer-se que o seu perispírito abandonou o corpo carnal aos 30 anos de idade física, pois até seus lábios perdem os contornos orientais

Hercílio, nota Mediunismo - Vidência Ideoplástica. Ed.Conhecimento; 1ª ed. (1998), páginas 174, 175. Os Discípulos de Ramatis, foto ao lado (Argentino, Manuel Valverde e Hercílio Maes). Arquivo da família Maes.

Hercílio Maes com o amigo escritor e tradutor argentino Manuel Valverde
Water Ripple

Hercílio Maes

Mediunismo - Vidência Ideoplástica

Na resposta do espírito Ramatis, assim se pronunciou:

 

"As diferenças comumente existentes entre a verdadeira configuração perispiritual dos desencarnados e as pinturas mediúnicas resultam mais propriamente dos efeitos imprecisos e muito comuns dos fenômenos de ideoplastia."

As ideias e os pensamentos produzem ondas e radiações que, por sua vez, devem formar imagens daquilo em que se pensa. No entanto, como as nossas são configuradas no plano da 4ª dimensão, nem sempre se ajustam com exatidão às formas tridimensionais da visão carnal.

 

Assim, é muito difícil para os encarnados obter uma fotografia perfeita e exata das ideias ou das imagens que projetamos do Além sobre a mente dos médiuns intuitivos, videntes ou desenhistas.

 

Mesmo quanto à exatidão das comunicações faladas ou psicografadas dos nossos pensamentos, ainda são raros os médiuns intuitivos que apanham a realidade intrínseca do assunto que desejaríamos transferir para o conhecimento do mundo material. Em comparação com a frequência retardada dos acontecimentos do mundo material, ainda é muito grande o aceleramento ou a fuga vibratória dos fenômenos que se sucedem no mundo astral, do que resulta considerável desajuste no mesmo tempo da ocorrência.

 

Como ilustração concreta dos nossos dizeres, basta dizer que o nosso médium, neste momento, mobiliza toda a sua capacidade psíquica para captar com êxito as ideias que formulamos do “lado de cá” e, no entanto, não consegue transferir fielmente para a matéria o assunto que sente na intimidade de sua alma. Servindo-nos de rude exemplo, diríamos que, enquanto emitimos um “tonel” de pensamentos, o nosso médium só consegue captar em seu equipo físico a quantidade pensada que simbolicamente só caberia num “copo".- Hercílio MaesMediunismo - Vidência Ideoplástica. Editora do Conhecimento; 1ª ed. (1998), páginas 171, 172. ISBN 85-87006-01-0

  • montanhas
    América Paoliello Marques

    América Paoliello Marques

    Educadora, parapsicóloga e psicóloga clínica

    A  inspiração da Falange de Dharma por Paoliello

    Em encarnações anteriores América pertenceu à essas duas fontes de espiritualidade – “o Triângulo e a Cruz” e “a Rosa e a Cruz”. Como expressão da síntese do Final de Ciclo, ambas essas correntes se fundem pelo ponto comum que possuem – a Cruz do Meigo Nazareno – Mestre do Amor Espiritual.

    América Paoliello Marques (1927-1995) formou-se em 1946, como professora do Instituto de Educação/RJ. Durante dez anos trabalhou com crianças da Rocinha, a maior favela do Rio de Janeiro. Entrou para o Espiritismo aos dezoito anos (1945), quando recebeu singela mensagem de um Espírito amigo, através do fenômeno da voz direta, que iria marcar toda a sua vida: “Todas as vezes que uma pedra no caminho se transformar numa doce quimera, nós estaremos juntos!”

    Fraternidade do Triângulo, da Rosa e da Cruz
    1/1

    Todo o seu trabalho foi inspirado pela Falange de Dharma, composta de Espíritos de Luz: Luiz Augusto, Rama-Schain, Nicanor, Ramatis e Akenaton. Os dois últimos, formaram no Espaço, a Fraternidade do Triângulo, da Rosa e da Cruz (FTRC), que deu origem à uma Fraternidade com mesmo nome, fundada na Terra, em 1962, cuja proposta era integrar a sabedoria milenar de diferentes tradições e as investigações modernas da consciência: o Evangelho de Jesus, a Doutrina Espírita, o Mentalismo Oriental e a Psicologia. América liderou e se doou a este “laboratório de amor” por muitas décadas.

    Sua principal missão foi contribuir para a união entre Espiritualidade e Ciência, experimentando ela mesma esta união de forma plena. Transformou o resultado da profunda vivência mediúnica (iniciada em 1947, no Rio) numa tese de mestrado (Brasil, 1979) e doutorado (USA, 1982). Seu foco era a saúde mental do Ser Integral.

     

    Lutou para aliviar o sofrimento humano, demonstrando que a paranormalidade, por exemplo, muitas vezes vista apenas como doença ou patologia, pode ser fonte de saúde e criatividade, se bem orientada. Formou-se em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ) em 1975. A convite do professor de ioga, José Hermógenes, apresentou, em 1977, o trabalho “A Terapia Psicológica e a Regressão de Memória” no Congresso Internacional de Psicotrônica (Milão, Itália).

     

    Em 1984, lançou seu livro “Psicologia Abissal – A Mobilização Energética em Situação de Clínica”, baseada em sua tese de doutorado. Criou o Núcleo de Estudos Universitários (NEU) nos anos 60 e organizou vários encontros, no Brasil, com membros do Institute of Noetic Sciences (IONS, EUA).

 
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    Egrégora Ramatisiana

    Discípulos e Simpatizantes

    Para seus discípulos e admiradores Ramatis coordena a "Fraternidade da Cruz e do Triângulo", equipe extrafísica de espíritos oriundos do cristianismo e das tradições religiosas do Oriente, comprometida em difundir síntese do conhecimento contido nas doutrinas religiosas e espiritualistas ocidentais e orientais a fim de promover a integração da humanidade em torno de valores éticoscosmoéticos e exopolíticos em comum e a expansão dos horizontes conscienciais -, planetários.

  • arvore-da-vida-arvore-conhecimento-a-let

    Autoconhecimento

    Despertar da Consciência

    O convite ao autoconhecimento assim como a conscientização do ser humano em relação ao seu habitat são conceitos sistêmicos abordados por Ramatis, além dos temas reencarnação e cidadãos do terceiro milênio. Ramatis também se dedicou ao esclarecimento de temas relacionados à religiões, filosofias, religiosidade e espiritualidade e também há conteúdos sobre pensamentos, desejos, vontades, influências e consequências positivas e negativas do que conhecemos como magias, na obra Magia de Redenção de Hercílio Maes.

  • Misty Slopes

    A Terapêutica

    Temas universais e atualíssimas

    Abalizado terapeuta, Ramatís elucida com precisão temas da Sexualidade e Sensualidade, as causas ocultas de patologias como a Síndrome do Pânico e; da Esquizofrenia, que desafiam a cura pela terapêutica tradicional terrestre, e de desvios comportamentais que se expressam na violência crescente. Acrescenta informações inéditas sobre o Duplo Etérico nas doenças graves e terminais. Ramatis também fala sobre as primícias do Sentido Mental, base da futura "Era do Mentalismo Crístico". 

  • Eclipse

    Emigração Planetária

    Transição dos mundos habitados

    Também fala sobre como será a “deportação” dos exilados terrestres a planetas menos evoluídos e as transformações em curso nos cenários do Umbral decorrentes da suposta Transição Planetária. Nos Umbrais, revela os resgates no exercício da fraternidade através do pensamento universalista, doutrina que une todas as religiões através de um só objetivo: Ajudarmos uns aos outros. Tema esse abordado nas obras psicografadas por Márcio Godinho; e também em obras como Fisiologia da AlmaSobrevivência do EspíritoSob a Luz do Espiritismo e Mensagens do Astral

Visão: Rua Maria Amália, nº 54 - Tijuca.

Sociedade Espírita Ramatis

Fundada em 19 de março de 1964

Foi fundada por um dos maiores divulgadores e ícones do movimento Ramatisiano no Brasil - Antônio Plínio da Silva Alvim (APSA). Desencarnado em 23 de dezembro de 200). Antônio Plínio da Silva Alvim (APSA), deixou um legado de exemplo e dedicação a Obra de Ramatis por Hercílio Maes.

 

A S.E.R. foi construída no Bairro da Tijuca no Rio de Janeiro, é "Célula Mater" de dezenas de grupos e movimentos em todo o Brasil, e no mundo.

 

Outros países utilizam a suas referências de atendimento terapêuticos em parte, ou todo o processo metodológica de atendimentos espirituais, por afinidade.

O responsável de cada uma delas recebeu o material para iniciar os trabalhos em sua casa fraterna - cada grupo, trabalha de forma independente.

Visão Sede: Rua José Higino, nº 176 - Tijuca.
 

ELOS DA CORRENTE UNIVERSALISTA

 

A Fraternidade Ramatis Hercílio Maes, foi fundada pelo ex-diretor geral da Unibem Octávio Melchíades Ulysséa manteve à época os esforços para continuar o trabalho de Hercílio Maes. A época, desenvolvia um trabalho sobre a vida de Hercílio Maes que não chegou a se realizar. O professor Ulysséa frequentava a casa de Hercílio e dele era amigo. Disponibilizou dentro da Unibem local e infra-estrutura para estudo. 

Em novembro de 2007, através da iniciativa de um integrante desta fraternidade, seu membro Dalton Packer, (à época, médium da Fraternidade Ramatís Hercílio Maes no Bairro Sto Inácio - desencarnado (2015) em Curitiba), produziu um DVD com cerca de 15 minutos sobre a vida de Ramatis, titulado:

"A vida de Ramatis - A história de um grande Mestre Universalista". O vídeo foi compartilhado para todo o mundo via YouTube pelo Instituto de Sensibilização Consciencial - ISC com mais de 300 mil visualizações a época (consultado em 13 de novembro de 2017).

O pesquisador responsável pelas informações compiladas e narradas no Youtube e no DVD, foi o ex dirigente de um grupo na Ilha do Governador; o médium Marcus Cesar Ferreira (MCF), antigo membro do Grupo Estudos Integrais Demétrius - GEID, responsável pesquisador das particularidades, nomes dos discípulos de Ramatis nas Américas no Brasil, EUA, Cuba, Chile e Argentina:

(DEMÉTRIUS - DR. ÁTMOS, APSA e MANUEL VALVERDE), evidenciados por um outro notável discípulo e médium clarividente; Antônio Plínio da Silva Alvim (APSA) Fundador da Sociedade Espírita Ramatis.

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A Expansão do Conhecimento Espiritual

O repertório de estudos que conta com a orientação da plêiade de espíritos ligados a "Fraternidade da Cruz e do Triangulo", na qual Ramatis é seu mentor se caracteriza pelo ecletismo, versando acerca de temas variados no que podemos consagrá-lo nas hostes do universalismo espiritualista em obras compiladas como: 

  • Universalismo de A a Z – Um só rebanho;

  • Transição Planetária de A a Z – A chegada da Luz;

  • Saúde e Alimentação de A a Z – O amor pelos animais;

  • Ciência Oculta de A a Z – O véu de Ísis;

  • Evangelho de A a Z;

  • Mediunidade de A a Z;

  • A Ascensão do Espírito de A a Z;

  • Um Jesus que Nunca Existiu; e

  • Ramatís uma Proposta de Luz. (Compêndio de 14 livros)

No Plano Espiritual existe uma cidade denominada Metrópole do Grande Coração que representa os valores do Universalismo de Ramatis, valores estes que estão compilados nas obras acima.

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Falanges da Fraternidade da Cruz e do Triângulo

Acompanham Ramatis, no intercâmbio do astral com os encarnados (pelos seus diversos médiuns), espíritos como: Demétrius (GEID), Dr. Atmos (SER), Navarana, Rama-Schain, Rubataiana, Atanagildo, Hammod, Nicanor, Akhenaton, Sesostris, Pai Tomé, Babaji, Vovó Maria Conga, Guardião da Meia-noite, Irmão Fabiano dentre outros. Além desses, há a presença de antigos precursores ou continuadores do movimento como (espíritos); Hercílio Maes (biografia), Manuel Valverde, América Paoliello, Antônio Plínio da Silva Alvim (APSA - SER), Arthur Roxo, Horácio Ramasine (HR), Irmão Tiago (GEID), e Sidnei Carvalho. 

Os Médiuns - psicosfera universalista

Em função da proposta universalista de Ramatis, os médiuns psicografam ou desenvolvem a capacidade da intuição pura visando o despertar da consciências, outros médiuns, abrangem a multiplicidade de temas com perfis diferenciados, mas com coesão dos valores humanos e morais que traduzem a têmpera do Evangelho do Cristo, mesclando influências do conhecimento das ciências e da filosofia do mundo orientalocidental, do hinduísmo à umbanda, da doutrina espírita e da Cosmoética e do espiritualismo, possibilitando melhores visões da universalidade da vida e das sociedades planetárias.

 

A respeito das diferentes nuances ou percepções clarividentes de outros médiuns que recebem ou receberam as mensagens de Ramatis, podemos extrair do próprio pensamento do espírito, tais diferenças elencadas. Inicialmente o relato da percepção de outro médium, que não Hercílio [nota 01], quando este infere que: 

 

"Sois amorenado, olhos oblíquos e que não tendes o aspecto adolescente de um jovem de quinze anos, como vos pintaram. Também apresentais uma fisionomia expressivamente ocidentalizada, quando, na realidade, sois um tipo oriental descendente de hindu e chinesa. Diz o médium que a maior semelhança entre vós e os retratos mediúnicos pintados reside somente no tipo das vestes, do turbante e das cores de vossa aura".

 
Cosmogênese de Ramatis e influências
Planeta Terra
Marte
Coninentes Mu | Lemúria | Atlântida

Marte é o quarto planeta a partir do Sol, o segundo menor do Sistema Solar

Sirius/distância da Terra >  8,611 anos-luz, ConstelaçãoCanis Major

O que significa que quando enxergamos Sírius a vemos como era 8 anos atrás.

A Terra é o terceiro planeta mais próximo do Sol, o mais denso e o quinto maior dos oito planetas do Sistema Solar. É também o maior dos quatro planetas telúricos. É por vezes designada como Mundo ou Planeta Azul. Lar de milhões de espécies de seres vivos

Continentes perdidos. Ramatis prosseguiu a partir do desaparecimento da Raça Raiz Lemuriana.

Eye of Horus

O Egito, um país que liga o nordeste da África ao Oriente Médio, remonta ao tempo dos faraós. Monumentos construídos milênios atrás ficam localizados ao longo do fértil vale do rio Nilo, como as colossais Pirâmides de Gizé e a Esfinge, além do Templo de Karnak (repleto de hieróglifos) e das tumbas do Vale dos Reis, ambos em Luxor. 

Adaptação perispiritual, antes de seguir a missão terrena...

Emigração espiritual de Ramaatís e centenas de milhares de espíritos afins

SISTEMA SIRIUS

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O Sol (do latim sol, solis) é a estrela central do Sistema Solar. Todos os outros corpos do Sistema Solar, como planetas, planetas anões, asteroides, cometas e poeira, bem como todos os satélites associados a estes corpos, giram ao seu redor. Responsável por 99,86% da massa do Sistema Solar, o Sol possui uma massa 332 900 vezes maior que a da Terra, e um volume 1 300 000 vezes maior que o do nosso planeta.
Planeta Terra

Desde 1894, irregularidades são observadas nas órbitas de Sirius A e B, com uma aparente periodicidade de 6 a 6,4 anos. Um estudo de 1995 concluiu que esse companheiro provavelmente existe, com uma massa de aproximadamente 0,05 massas solares - uma anã vermelha pequena ou anã marrom grande. Benest, D.; Duvent, J. L. (July 1995). "Is Sirius a triple star?". Astronomy and Astrophysics. 299: 621–628. Bibcode:1995A&A...299..621B. – For the instability of an orbit around Sirius B, see § 3.2.

SISTEMA SOLAR

 

SIRIUS A

SIRIUS B

SIRIUS C

 
Fundação da Sociedade Espírita Ramatis. Por Antônio Plínio da Silva Alvim - APSA

SER 1964